Arquivo da categoria ‘Factual’

Foram 32 posts, 4 meses de contato constante, pautas improváveis, pesquisas frequentes, apuração, visitas aos locais desconhecidos… Mais de 1.000 acessos para um trabalho acadêmico, divulgação na empresa, na faculdade, no Facebook. Algumas curiosidades, brigas e reencontros nesse ínterim. Enfim, minha primeira experiência como “blogueiro”. Para dizer a verdade, nunca tive nenhuma pretensão de me aventurar pelos caminhos cibernéticos, mas como a condição se transformou em obrigação (a criação do blog foi proposta de uma disciplina da faculdade), chamei a responsabilidade e dei forma ao Blog do Insulano. E nesse tempo todo só me coloquei uma única vez na história, exclusivamente pra comemorar meu primeiro ano na Ilha do Governador. E agora… Anuncio, sem muito alarde, que o Blog do Insulano vai dar um tempo a partir de hoje.

Na legenda, o adeus e um grande abraço pra todos! Valeu, galera! =D

Não pretendo abandonar a página, apenas dar um tempo. Com tanto trabalho, turmas de treinamento, provas na universidade, família, fica complicado tirar o dia de folga (único na semana) pra montar as pautas e tirar as fotos. Mas quem sabe consigo transformar o espaço em algo profissional? Resposta que um futuro breve me dará, se Deus quiser. Então, quero agradecer demais a todos os acessos e comentários, minha rapaziada dos treinamentos, meus amigos que sempre me deram força, minha mãe e o Marley (que me acompanharam aos lugares sempre que puderam), aos meus companheiros de empresa, de Facebook e tal… Um grande abraço para todos e em alguns meses volto com o Blog do Insulano. Fiquem sempre com Deus e, como diria a música, “você, se puder, não me esqueça”…

* A foto presente no post é de autoria do Marley, pois como estou nela, não havia condições de tirar… Ora…

Em junho de 2010 a área conhecida como “perna seca”, Ala Sul do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (mais conhecido como o Hospital do Fundão), foi completamente desocupada após estalos ouvidos na estrutura do prédio. Na época, a Prefeitura mobilizou um grande esquema para a desativação do local e a interdição da Linha Vermelha, para que uma implosão fosse realizada. Segundo o engenheiro Fábio Bruno, responsável pela empreitada, o procedimento ocorreu sem nenhum imprevisto: “Não houve lançamento de concreto para outras áreas, somente muita poeira”, argumenta.

Após um ano da implosão, entulhos permanecem na localidade, causando transtornos e apreensão.

A intenção da reitoria da UFRJ era construir outra casa de saúde, mais moderna, na região desocupada. O prazo para a inauguração do hospital era para o final de 2011. Entretanto, o que se pode observar atualmente é o espólio da antiga estrutura. O entulho, que chega alcançar dois metros em alguns pontos, até o momento não foi removido pela Prefeitura. A direção do hospital, por sua vez, descarta a abertura de licitações para a venda dos escombros, afirmando que o material é reciclável e que a melhor maneira de reaproveitamento está sendo analisada.

O local transforma-se em criadouro de insetos e propagador de bactérias nocivas para os internados no Hospital do Fundão.

Enquanto isso, focos do mosquito da dengue, ratos e baratas acumulam-se no local. Outro fato que alarma é a poeira acumulada, que ameaça a qualidade do ar e proporciona o alastramento de possíveis bactérias para a área interior do hospital. O prédio foi construído na década de 50, possuía 14 andares e nunca foi utilizado pela instituição. Localizava-se no campus mais importante da universidade, frequentado por 3.500 funcionários, 1.200 alunos de medicina e outros 2.000 alunos ligados a áreas de saúde.

Na última semana, a coluna de Ancelmo Góes afirmou que a Praia da Guanabara seria revitalizada, para alívio e alegria dos insulanos. Aproveitando a pesquisa histórica, o Blog do Insulano verificou se tal informação realmente era fato. Grata surpresa observar que muito já foi feito, e com apenas algumas iniciativas. Como exemplo, vale ressaltar o monumento ao Gato Maracajá, que já não apresenta nenhuma pichação, somente deterioração na cabeça da escultura; a areia e a beira da praia não acumulam tanto lixo e todo o asfalto do terminal rodoviário está em processo de substituição.

O calçamento do entorno já está sendo refeito, a limpeza do lugar já consegue surpreender.

E as novidades não se restringem a tais procedimentos. Segundo a página oficial do “Grupo de Amigos da Ilha” no Facebook, muito ainda está previsto antes da conclusão das obras: mesas de jogos serão instaladas no local, uma unidade da Academia da Terceira Idade funcionará nas proximidades e toda iluminação pública será reformulada. A obra conta com o apoio da Secretaria de Conservação, da Qualidade de Vida e Envelhecimento, da Rio Luz, da Supply Brasil e dos Transportes Paranapuan.

Nenhuma pichação aparente, um visual muito mais limpo, e o projeto prevê muito mais.

São essas pequenas e imprescindíveis iniciativas que incentivam e estimulam o trabalho do Blog, mostrando que o progresso é possível quando existe um mínimo de zelo e atenção. Afinal de contas, a história que se apresenta aqui somente é possível com um primeiro passo. Logo, valorizar uma herança tão rica e democrática é obrigação de todo insulano. As futuras gerações agradecem!

* Todas as fotografias presentes no post são de autoria de Rafael Vieira.

Ainda sem alvoroço e observada com muita cautela, uma nota foi publicada no blog de Ancelmo Góes, colunista do Jornal O Globo, mencionando que, em breve, a Pedra da Onça, na Praia da Guanabara, será reformada. A subprefeitura irá restaurar o monumento, apagando as pichações da estátua, além de limpar as adjacências. Com toda segurança, é uma notícia mais que bem vinda e aguardada por todos os insulanos há décadas. A imagem é, sem dúvidas, um dos principais símbolos culturais da Ilha do Governador, fornecendo ao cenário um toque de misticismo e veneração.

Projeto prevê a restauração da Pedra da Onça, um dos maiores símbolos da cultura insulana.

Segundo alguns estudiosos, uma índia que morava na região adotou um gato selvagem (muito parecido com uma onça quando adulto, daí o nome da escultura) e todos os dias o levava em suas caminhadas pela orla. A principal distração da nativa era pular da pedra para o mar. Em dado momento, a índia mergulhou e não voltou mais. Seu animal de estimação, fiel, lá permaneceu a sua espera, dias a fio, até morrer de fome. Esse conto, não confirmado pelos historiadores, inspirou um grupo de moradores, na década de 20, a perpetuar a história. 45 anos após, o monumento, já bastante castigado pela ação do tempo, foi substituído por um outro, que lá se encontra até os dias de hoje.

A coluna esclarece que o entorno também será contemplado. Justo empenho para uma das áreas mais bonitas da Ilha.

* Todas as fotografias presentes no post são de autoria de Rafael Vieira.

Há algumas semanas a suspeita de envenenamento de centenas de gatos abandonados no Campo de Sant’Ana, no Centro do Rio, trouxe a tona um problema que há anos os insulanos observam de maneira passiva e alheia: o abandono de animais no Cemitério do Cacuia. Tendo a pauta em mãos, o Blog do Insulano compareceu ao local para verificar se, após tantos anos e relatos, o problema permanece. Sem nenhuma surpresa e com extremo pesar, foi fácil identificar, ainda que com o sol a pino e com as cerimônias fúnebres, a presença de animais perambulando entre covas e despachos. Gatos e cachorros circulam democraticamente entre os mortos do Cacuia, transformando o local, desolador por sua própria natureza, em um cenário mórbido, com completo desamparo e descaso.

Os gatos ficam concentrados em um local apelidado de "Palmeirinha", uma árvore no meio dos túmulos.

Segundo relatos de funcionários do local, há alguns anos uma antiga funcionária da cantina do cemitério, Dona Lia, responsabilizava-se de maneira autônoma em cuidar dos animais, ainda que sem verbas ou apoio de terceiros. No início de 2010 Dona Lia falece por conta de complicações cardíacas e, em seu lugar, Dona Marlene, também funcionária da necrópole, assume o posto. “Olha, quem tiver um quilinho de ração pode ajudar a Dona Marlene, qualquer ajuda é muito bem vinda. Alimentar os gatinhos está muito difícil, pois são muitos e, sem castração, reproduzem-se com muita rapidez”, afirma a  dona de casa Laura Abreu, que cuida de 8 felinos oriundos do lugar e mantém um blog com a finalidade de divulgar o problema e encontrar novos donos para os bichos.

Ainda que Dona Marlene cuide muito bem, os bichos são arredios e extremamente desconfiados.

A prática é cultural e presenciada com naturalidade pelos moradores mais próximos. Na lembrança dos casos mais sádicos, afirmam que os despachos realizados no lugar por vezes adotam processos que utilizam requintes de crueldade: “Dona Lia falou, certa vez, que encontrou um galo com as patas, as asas e a cabeça presa com mais de 20 agulhas”, afirma Laura, complementando que, enquanto viva, Dona Lia cuidava dos bichos abandonados em sua própria residência, assumindo o custeio para o tratamento dos mais de 80, gastando uma média de 1.500 reais por mês para mantê-los. Dentre tantos, algumas ainda trazem em seus corpos as marcas da violência: gatos amputados e cachorros portadores de epilepsia completam o fatídico quadro.

* Todas as fotografias presentes no post são de autoria de Rafael Vieira.

A União da Ilha do Governador anunciou, no último domingo (16/10), a composição vencedora para o carnaval de 2012. A decisão foi divulgada no clube Portuguesa e contou com público entusiasmado, que transformou o início da semana em um prelúdio dos dias de folia. O enredo foi inspiração do Prefeito Eduardo Paes, que desfilou na bateria da escola, da Portela e da Grande Rio, as maiores prejudicadas no incêndio que atingiu a Cidade do Samba, na Gamboa, um mês antes do desfile de 2011.

Por conta das obras de expansão e revitalização da quadra, a escolha do samba foi transferida para o Clube Portuguesa.

O carnavalesco Alex de Souza segue a frente da agremiação e promete repetir o feito desse ano, quando a academia conquistou o prêmio de melhor escola na 40ª edição do Estandarte de Ouro em um desfile de garra e superação. O tema “De Londres ao Rio… Era uma vez uma Ilha” tem como premissa antecipar as Olimpíadas de 2012, que serão realizadas na capital da Inglaterra. Aproveitando o ensejo, procura trazer para os limites tupiniquins a grande competição. Como menciona o samba, “botar molho inglês na feijoada, misturar chá com cachaça e batucar o samba com Rock’n Roll” são ingredientes necessários para incendiar a Sapucaí.

O público entusiasmado transformou o início da semana em uma prévia dos dias de folia.

A letra é oriunda da junção de 2 arranjos dos 4 finalistas, e como menciona os frequentadores do local, mais uma vez a União da Ilha aposta em um “time de futebol” para a consagração na avenida. Ney Filardi, presidente da escola, aproveita a ocasião e completa: “Todas as composições finalistas eram de ótima qualidade, por isso optamos pela junção das 2 obras”. A Ilha será a segunda escola a desfilar na segunda-feira de carnaval, dia 20 de fevereiro, e conta com a participação da modelo Bruna Bruno a frente da bateria 40ºcomandada pelo Mestre Riquinho.

* A segunda fotografia do post foi cedida gentilmente por Adriano Caldas, amigo e entusiasta do Blog do Insulano.

Há algumas semanas, tornou-se pública a insatisfação de um grupo de moradores do Moneró, no que diz respeito ao barulho oriundo do colégio Paranapuã, localizado na Rua Jaime Perdigão. O grupo relata que a instituição, instalada na localidade em 2008, não possui alvará do Corpo de Bombeiros para atuar, além de estar com sua alçada comprometida. No total, são 653 estudantes, quando a capacidade é para 444. O problema torna-se maior quando, em dias de Educação Física, a quadra da instituição entra em funcionamento. Por tratar-se de uma importante via do bairro, onde a concentração de idosos é um fato, os moradores mencionam que o barulho é intolerável e providências devem ser tomadas imediatamente.

Processos no Ministério Público e do Meio Ambiente já foram abertos, mas segundo a autora dos mesmos, Paloma Gonzales, desapareceram dos respectivos órgãos sem nenhuma explicação ou rastro. A moradora complementa: “Um relatório da perícia técnica do Meio Ambiente constatou que o barulho está incomodando os vizinhos, mas o colégio não quer nem saber e continua fazendo sua baderna, principalmente nos dias de Educação Física”, afirma Paloma em cartas enviadas aos principais veículos de divulgação da Ilha.

Em resposta, o Colégio Paranapuã afirma que todos os documentos confirmando a autorização encontram-se disponíveis nas dependências da unidade, assim como no site www.colegioparanapua.com.br. Para todos os interessados, a escola se propõe a esclarecer possíveis dúvidas, aproveitando para participar que são 35 anos de atuação na região, prestando seus serviços da melhor maneira possível. Adelson Madarino, assessor de direção do colégio, declara que “o barulho que o Paranapuã faz vem de todas as famílias que comemoram a aprovação de seus filhos nos vestibulares, escolas militares e técnicas”. Logo que novas informações estejam disponíveis, o blog voltará a comentar sobre o assunto.

Moradores mencionam que o barulho oriundo da escola está atrapalhando os vizinhos do bairro.

Atualmente, três empresas rodoviárias operam na Ilha do Governador e essa baixa oferta desencadeia graves e constantes problemas para o insulano. A Ideal e a Paranapuan são as concessionárias que atuam na região (esporadicamente inclui-se a Reginas, escassa opção para a baixada), dividindo suas frotas entre veículos tradicionais e microônibus. Há alguns anos, os ônibus convencionais encontravam-se em lamentável estado de degradação: cadeiras sem estofado, corrosão e buracos no assoalho, portas soltas e até baratas circulando democraticamente junto aos usuários. Hoje em dia a realidade é outra, bem mais amena, mas a ausência de licitações para a melhoria do transporte ainda remete a tempos conturbados.

Basicamente, existem 3 empresas responsáveis pelo transporte urbano em toda Ilha.

Há muito, a Linha Vermelha deixou de ser uma “via expressa”, competindo a frequência de igual para igual com a Avenida Brasil. Como já foi visto em outro post, os acessos à Ilha, por si só, já são motivos suficientes para tirar a paciência do insulano. Aditado aos percalços oriundos da falta de condução, o problema se transforma em um verdadeiro caos. Somente para ilustrar tais transtornos, há dois anos foi divulgado um grave incidente participando um motorista da linha 326 (Bancários – Castelo), que envolveu-se em um “raxa” juntamente com um caminhão da Comlurb. Os dois automóveis chegaram a emparelhar-se, colocando em risco a vida  dos passageiros. O problema só foi solucionado com a intervenção da policia.

Com a carência do transporte oficial, o alternativo transforma-se no mais utilizado da região.

Com todos os problemas citados, o transporte alternativo transforma-se na válvula de escape para a locomoção dos moradores da localidade. São centenas de Vans e Kombis que circulam intensamente em todos os horários do dia. Por vezes, provocam sérios problemas no fluxo da região, muito por parte de motoristas mal preparados e baderneiros que aproveitam a oportunidade para a “divulgação” do trajeto. Portanto, o que deve ser feito? Quais são as sugestões para amenizar tais problemas? Novos percursos? Intervalos menores? Veículos em melhores condições? O problema é cultural, crônico. No entanto, sem organização ou gritos de socorro, a tendência é a degradação e o abandono perene.

* Todas as fotos presentes no post são de autoria de Rafael Vieira.

Lugares movimentados, coloridos, cheios de sons e de gente, geralmente iluminados pelo sol… Há de se conceber um dia na praia, ou uma caminhada à beira-mar, mas não, não nesse momento. Aqui se menciona as feiras livres da Ilha do Governador, locais que há anos movimentam a economia informal e que já faz parte da cultura insulana. E tem pra todos  os gostos e bolsos: do Jardim Guanabara até a Freguesia, da Colina até a Ribeira, passando pelo Garabu, o Cacuia e o Cocotá, elas estão em todos os lugares, em quase todos os dias da semana! E não há supermercados mais atraentes ou cômodos que façam seus habituais frequentadores abrirem mão! É simplesmente por conta desse argumento que o blog prepara um post exclusivo para esse fenômeno popular!

A Feira da Colina, na Portuguesa, tem seu ápice na sexta a noite, mas aos sábados dura o dia inteiro!

Em uma área totalmente inesperada, a Feira da Colina (próxima da Portuguesa) funciona em um estacionamento ás margens da Estrada do Galeão e agrada a todos: ao mesmo tempo que se é possível encontrar toda sorte de vestimenta, é lá que alguns moradores desfrutam da companhia de amigos, muito bem acompanhados de música ao vivo, da cervejinha gelada e petiscos, que vão do churrasco ao fondue. Ou seja, mais democrático é impossível! Dando prosseguimento ás visitas, a Feira da Praia da Bica é uma pedida para contemplar o mar e experimentar a famosa tapioca do local (além de muitas outras opções de comida nordestina). Mas nem tudo são flores: segundo frequentadores, o peixe servido nos quiosques não são os melhores da Ilha, mas vale pela distração.

Exatamente no meio do centro comercial, a Feira do Cacuia ocorre todos os domingos, bem cedo.

Das mais badaladas, a Feira da Ribeira é a mais celebrada de todos os sábados! Além da gastronomia típica do lugar (já mencionado anteriormente no blog), a variedade estimula e surpreende seus visitantes: é possível encontrar legumes e verduras bem frescos, com qualidade bem superior dos supermercados, por exemplo. E, claro, para completar, uns petiscos na orla são convidativos e garantia de ótimos momentos! Um pouco mais a frente, é possível encontrar algumas barracas do que, há alguns anos, chamava-se de Feira da Freguesia. Hoje, meia dúzia de camelôs compõe o que antes era um dos principais atrativos de toda Ilha do Governador. E nos áureos tempos, tudo era possível, desde que coubesse nas saudosas bolsas de lona!

E, ao final da tarde, a Feira do Cocotá, com opções para todos os gostos! Ótima pedida para o final de semana.

Para completar o passeio, uma breve olhada na Feira do Guarabu e mais uma parada na Feira do Cacuia – exatamente no centro do forte comércio popular! Ás 7hs de todos os domingos já é possível observar intenso movimento, e a orientação dos mais antigos é mesmo chegar cedo, já que ás 14hs quase não há mais feirantes no local, somente a xepa. Para completar, o final da tarde na Feira do Cocotá é uma excelente opção para recuperar as energias e iniciar mais uma semana de intenso movimento. Ás margens da Praia da Bandeira, o pôr do sol é mágico e revitalizante!

* Todas as fotos presentes no post são de autoria de Rafael Vieira, e foram modificadas através de programas de edição de imagem.

Um ano de Ilha! =D

Publicado: 26 de setembro de 2011 em Factual, Notícias
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Não sei se tive a oportunidade de mencionar a respeito do assunto no blog, mas se não fiz, aqui vai um pouco da minha história. Eu, Rafael Vieira, idealizador da página, não sou um típico insulano, ainda que visitas frequentes e absorção de tanta história tenham me transformado num ávido e entusiasmado morador do lugar. Nasci e fui criado em um outro bairro da Zona Norte carioca, com o qual ainda mantenho estreitos laços de amizade e proximidade.

Cascadura foi meu berço durante muitos e muitos anos, e há um ano o deixei para residir no Jardim Guanabara, na Ilha do Governador. O motivo do post súbito é justamente para celebrar esse ano movimentado e extremamente intenso. Muitos acontecimentos inesperados – bons e ruins – mudaram a trajetória de minha família e amigos, e pude perceber que nem a mudança radical da alteração de residência foi capaz de enfraquecer os elos que mantenho com os meus.

Sempre presentes, sempre constantes, diria até que são os co-autores do blog!

A família não é mais a mesma, antigos amigos se perderam com a distância, mas quem eu amo de verdade (e vice-versa) está e estará tão presente quanto sempre… E o motivo do relato é pura e simplesmente para agradecer tanto apoio e carinho, sem os quais não conseguiria desenvolver nem a metade do que já foi feito até o momento – e do muito que ainda está por vir, tenho certeza!

 Então, para a minha mãe cigana, meu pai acamado e seu anjo da guarda (Lígia), minha irmã solitária Cristiana, meus grandes amigos Leandro, Caco, Michelle e Marley, minha Tia Petrô e meu primo Wagner e minha afilhada Sophia, obrigado pela força durante todo esse ano…

Anos e anos de amizade, seja numa ponta ou na outra da cidade! Grandes amigos, verdadeiros irmãos!

Minha força para criar vem de vocês, da amizade e do tanto que acreditam em mim… E que venham outros anos, e que venham outros posts!