Escombros da Ala Sul do Hospital do Fundão permanecem após 1 ano da implosão

Publicado: 24 de novembro de 2011 em Factual, Ilha do Fundão, Notícias
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Em junho de 2010 a área conhecida como “perna seca”, Ala Sul do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (mais conhecido como o Hospital do Fundão), foi completamente desocupada após estalos ouvidos na estrutura do prédio. Na época, a Prefeitura mobilizou um grande esquema para a desativação do local e a interdição da Linha Vermelha, para que uma implosão fosse realizada. Segundo o engenheiro Fábio Bruno, responsável pela empreitada, o procedimento ocorreu sem nenhum imprevisto: “Não houve lançamento de concreto para outras áreas, somente muita poeira”, argumenta.

Após um ano da implosão, entulhos permanecem na localidade, causando transtornos e apreensão.

A intenção da reitoria da UFRJ era construir outra casa de saúde, mais moderna, na região desocupada. O prazo para a inauguração do hospital era para o final de 2011. Entretanto, o que se pode observar atualmente é o espólio da antiga estrutura. O entulho, que chega alcançar dois metros em alguns pontos, até o momento não foi removido pela Prefeitura. A direção do hospital, por sua vez, descarta a abertura de licitações para a venda dos escombros, afirmando que o material é reciclável e que a melhor maneira de reaproveitamento está sendo analisada.

O local transforma-se em criadouro de insetos e propagador de bactérias nocivas para os internados no Hospital do Fundão.

Enquanto isso, focos do mosquito da dengue, ratos e baratas acumulam-se no local. Outro fato que alarma é a poeira acumulada, que ameaça a qualidade do ar e proporciona o alastramento de possíveis bactérias para a área interior do hospital. O prédio foi construído na década de 50, possuía 14 andares e nunca foi utilizado pela instituição. Localizava-se no campus mais importante da universidade, frequentado por 3.500 funcionários, 1.200 alunos de medicina e outros 2.000 alunos ligados a áreas de saúde.

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comentários
  1. […] federal do país, inclusive os prédios do Centro de Ciências da Saúde, onde estudo, que estão literalmente caindo aos pedaços. Tenho dúvidas entretanto de se uma greve é o meio ideal para solicitar portas novas nos […]

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